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1. Biblioteca Nacional |
Rua Agüero, 2502
A Biblioteca Nacional foi fundada em 1811. Possui uma coleção de aproximadamente 2.000.000 de exemplares e sua hemeroteca é a mais importante da América Latina. O edifício atual foi projetado pelo arquiteto Clorindo Testa em colaboração com Alicia Cazzaniga e Francisco Bullrich. A partir do projeto, até a inauguração em 1992, passaram três décadas. Conta com nove salas de leitura com capacidade total de 940 leitores e, dentre outras dependências, um auditório e uma escola de bibliotecários. |
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2. Praça República Oriental del Uruguay |
Av. del Libertador, Áustria, Tagle e Av. Figueroa Alcorta
No centro da praça se levanta o monumento ao General José Gervasio de Artigas. É obra do escultor José Luís Zorrilla de San Martín e do arquiteto Alejandro Bustillo. |
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3. Praça Mitre |
Avenida del Libertador e Luís Agote
Atrás da barraca desta praça, ao redor do trevo de Gelly e Obes, encontra-se uma das zonas residenciais mais exclusivas de Buenos Aires. Entre os edifícios de arquitetura francesa do bairro, destaca-se a embaixada da Grã Bretanha.
Bartolomé Mitre foi um destacado político argentino, nascido em 1821, e eleito presidente em 1862. |
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4. Praça Francia |
Av. del Libertador, Ricardo Levene, Dr. Luís Agote e Av. Pueyrredón
O monumento central foi realizado pelo escultor francês Edmond Peynot. Foi inaugurado em 1910 e o primeiro levantado em nosso país, doado por uma coletividade estrangeira, com motivo do Centenário da Revolução de Maio. |
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5. Museu Nacional de Belas Artes |
Avenida del Libertador, 1473
É o mais importante de nosso país e um dos principais da América. Possui 32 salas, nas quais são expostas mostras permanentes e itinerantes. Sua coleção ultrapassa às 10.000 peças.
Destacam-se obras de Goya, El Greco, Tintoretto, Rembrandt, Degas, Van Gogh, Picasso, Kandinsky, Miro, Bourdelle, Rodín, Cândido López, Prilidiano Pueyrredón, dentre outras. |
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6. Faculdade de Direito |
Av. Figueroa Alcorta 2263
A Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires foi fundada em 1821 pelo reitor Dr. Antonio Sáenz. O edifício é o resultado de um concurso de anteprojetos adjudicado aos arquitetos Arturo Ochoa, Ismael Chiapore e Pedro Vivent. Está inspirado no mais puro estilo dórico, sem outra decoração que a que lhe dá sua própria estrutura monumental, conforme o requer o estilo clássico. É de 1949 e ocupa uma superfície de 40.000 metros quadrados.
No interior do edifício há um museu, uma pinacoteca e uma biblioteca. |
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7. Praça “Torcuato de Alvear” |
Entre Avenida del Libertador, Pueyrredón, Alvear e Junín
Aqui funciona nos fins de semana uma das feiras de artesanais mais prestigiosas de Buenos Aires. É um dos lugares da cidade com maior presença de artistas de rua. Em sua superfície há edifícios históricos e um centro comercial. |
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8. Monumento ao Gral. C. M. Alvear |
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O monumento ao Gal. Carlos Maria de Alvear é obra do escultor Antonio Emilio Bourdelle, que foi discípulo e colaborador do francês Auguste Rodin. Bourdelle demorou quase 10 anos em construi-lo. O general Carlos Maria de Alvear foi colaborador de San Martín, presidente da Assembléia do año XIII e Diretor Supremo das Províncias Unidas do Rio da Prata em 1815. Arturo Ochoa, Ismael Chiapore e Pedro Vivent. |
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9. "Palais de Glace" |
Posadas 1725
A partir de 1911 até 1921 funcionou aqui a primeira pista de patinagem sobre gelo que foi construída em Buenos Aires. Depois foi transformado em um elegante salão de tango. Atualmente, é um centro estatal de exposições de arte. |
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10. Av. Alvear e Hotel Alvear |
Inicialmente chamada Bella Vista, foi traçada em 1885 por iniciativa do primeiro Intendente de Buenos Aires, Dom Torcuato de Alvear, e presta homenagem a seu pai Carlos Maria de Alvear.
O hotel é um dos mais importantes da cidade. O edifício é de 1928. Conta com 280 aposentos e amplos terraços com vista ao rio. |
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11. "Centro Cultural Recoleta" |
Junín, 1930
Inaugurado em 1979, funciona em um edifício do século XIX que pertenceu aos frades recoletos. A reforma esteve a cargo dos arquitetos Jacques Bedel, Luís Benedit e Clorindo Testa. Conta com 27 salas de exposição nas que são apresentadas mostras de artes plásticas, concertos, teatro, dança, performances, música eletroacústica, expressões videográficas, etc. |
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12. Basílica "Nuestra Señora del Pilar" |
Junín, 1892
Concluída em 1732, a obra foi dirigida pelo arquiteto jesuíta Andrés Blanqui. Conserva os retábulos, grande parte das imagens e elementos de culto da época em que os frades recoletos habitavam o convento. Junto à igreja funciona um pequeno museu. |
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13. Cemitério da "Recoleta" |
Junín, 1790
O que foi o horto dos monges recoletos foi transformado em cemitério público em 1822, depois da expulsão da ordem religiosa. Em quase seis hectares jazem os restos de próceres, guerreiros da independência, presidentes da República, escritores, cientistas e artistas. |
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14. Área Gastronômica |
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A partir da popularidade do bar “La Biela”, a zona foi povoada por resturantes, cines, discotecas, cafés e bares que terminaram de moldar a fisionomia do bairro. É uma das zonas mais visitadas da cidade, tanto de dia como de noite. |
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15. Bar "La Biela" |
Quintana e Roberto M. Ortiz
Leva este nome a partir 1942 (antes Café Aero Bar), quando foi transformado em ponto de reunião de jovens amadores ao automobilismo. Seu êxito impulsou o desenvolvimento de muitos negócios gastronômicos defronte ao cemitério. Em 1999, foi declarado “Sítio de Interesse Cultural” pela Legislatura da cidade. O bar está localizado na Avenida Quintana, que aparece nos planos de Cristóbal Barrientos (1772). Chamava-se ”La Calle Larga” (A Rua Comprida) porque não era cruzada por nenhuma outra até a Avenida Callao. |
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